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Semana de Arte Transviada busca visibilidade para artistas dissidentes de gênero

A Semana de Arte Transviada propõe olhar para a comemoração dos 100 anos da Semana de Arte Moderna por um novo prisma: a arte feita POR, PARA e SOBRE pessoas dissidentes de gênero. O momento atual é composto de artistas que reivindicam, por meio de suas obras, a própria autoria de suas falas, subjetividades e elaborações estético-poéticas.

Essa “vanguarda” contemporânea provoca a sociedade hegemônica, pelas elaborações de arte-vida que transbordam para além do “CIStema”. Por esse motivo, utiliza-se o termo TRANSviada que, para além de indicar a transgeneridade, evoca o significado da palavra TRANS como “ir além de”: a arte TRANSviada é aquela que vai além da via que já foi proposta.

Serão duas semanas de eventos, em duas cidades do Interior do Estado de São Paulo: Campinas e Sorocaba. A escolha das cidades também dialoga e questiona o espaço geográfico: na semana de 22, os artistas se reuniram no Teatro Municipal da maior cidade do Brasil. Aqui, o movimento caminha por estratégias diferentes: em vez de competir pelo espaço restrito da capital, a Semana de Arte Transviada visa difundir a arte para além do centro, em locais distintos do Estado. É um movimento de ampliar a visibilidade de forma descentralizada.

Em breve, traremos maiores informações sobre quando os eventos acontecerão, e quem são os artistas que compõem a Semana, em cada uma das cidades. Fiquem ligades!

Equipe:

Idealização e Produção Geral: Paul Parra
Produção Executiva: Núcleo Ponte Cênica | Carolina Baraglio e Flávia
Comunicação: Bons Ventos Produtora | Daniel Felipe e Duda Crespa
Produção Administrativa: Sérgio Frazatto
Assessoria de Imprensa: Lena Ciasca

Semana de Arte Transviada é um projeto contemplado pelo Edital PROAC N°35/2021 com o Desenvolvimento Cultural dos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922.

A Casa 1 é uma organização localizada na região central da cidade de São Paulo e financiada coletivamente pela sociedade civil. Sua estrutura é orgânica e está em constante ampliação, sempre explorando as interseccionalidade do universo plural da diversidade. Contamos com três frentes principais: república de acolhida para jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) expulsos de casa, o Galpão Casa 1 que conta com atividades culturais e educativa e a Clínica Social Casa 1, que conta com atendimentos psicoterápicos, atendimentos médicos e terapias complementares, com foco na promoção de saúde mental, em especial da comunidade LGBT.

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